Governante, lhe peço por clemência
Que não faça do pobre seu escudo
Não se finja de surdo e nem de mudo
Nosso povo não tem mais paciência
Trate a todos com zelo e com decência
Não humilhe, respeite e dê guarida
Que tem Deus vigiando a sua vida
Seu presente e também o seu passado
Nosso povo está sendo massacrado
Na porteira da terra prometida.
Eduardo Jerônimo