O MEC (Ministério da Educação) irá subir o piso dos professores de nível médio da rede pública. A renda será de R$ 1.187,08 neste ano – correção de 15,85% sobre o valor praticado em 2010, de R$ 1.024,67. O percentual engloba educadores com carga horária de 40 horas semanais. O aumento é retroativo a 1° de janeiro. O vencimento tem como base o valor do custo por aluno do Fundeb (Fundo da Educação Básica).
Segundo a entidade, a nova remuneração deve ser acatada em todo o território nacional. O MEC ressalta que o reajuste envolve as redes educacionais públicas, municipais, estaduais e particulares.
Contudo, entidades representativas frisaram que dificilmente esse reajuste será perceptível na folha da categoria, no Estado. O coordenador da Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) de São Bernardo, Bruno Assis de Oliveira, diz que houve perda de 37% nos salários dos professores do Estado desde 1997.
Isso porque, segundo ele, não há políticas de valorização salarial. E sim “meritocracia” – em que a categoria recebe por gratificações. “Esse piso com essa jornada está muito aquém para quem quer discutir Educação de qualidade. No geral, esse salário base na região e Estado é muito abaixo da média nacional, ficando em R$ 925. Com as gratificações, sobe para R$ 1.400.” Ele critica as bonificações, já que ao aposentar, a renda extra é anulada. E diz que o magistério defende renda de R$ 2.300, com carga de 20 horas semanais.
Uma das justificativas para Estados e municípios não repassarem aumentos é a falta de fundos. Como forma de contornar o problema, a Pasta aprovou resolução da comissão intergovernamental para financiamento da Educação de qualidade. Assim, prefeituras precisarão dedicar o limite estabelecido pela Constituição – 25% do orçamento – para conseguir apoio do MEC para alcançar o piso do professor, no caso de receita ser insuficiente. A entidade reserva R$ 1 bilhão para esse fim. Do Diário do Grande ABC.
É vergonhoso ver que uma classe de profissionais importaantissimos para o desenvolvimento do país seja tão menospresada com baixos salários, com beneficios que são indiginos a função, quando sabemos que sem EDUCAÇÂO, não chegaremos a lugar nenhum, não é para menos que o país enconntra dificuldades em formar e ou encontrar estes profissionais com um salário desses “INADIMISSIVEL”…
Brasil povo!!!!