A senadora Marina Silva e o PV optaram pela chamada independência na disputa do segundo turno da eleição presidencial entre Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB), em reunião neste domingo.
O apoio era cobiçado pelos dois presidenciáveis por conta dos 19,6 milhões de votos conseguidos por Marina, cerca de 20% do total.
A ex-candidata leu uma carta aberta a Dilma e Serra dizendo que essa posição era a melhor para o processo eleitoral.
Marina disse em discurso que há uma “dualidade destrutiva” entre PT e PSDB, que compara às disputas entre MDB e Arena durante a ditadura militar, e a republicanos e monarquistas no império.
Dos 80 membros do PV, 76 seguiram a decisão de Marina Silva.
Independência não é neutralidade
A ex-candidata afirmou após a reunião que a independência aprovada pela legenda não é neutralidade, já que o militante do partido pode manifestar sua posição pessoal a favor de qualquer candidato, desde que não use a sigla.
MARINA, INFELIZMENTE FOI COVARDE , NÃO SERVE PARA SER POLÍTICA POIS TEM MEDO DE TUDO.