TABIRA HOJE É HISTORIA

CAPÍTULO III

A doação da parte de terra, facilitou a povoação e Gonçalo Gomes, atendendo aos seus anseios de cristão, era de família católica, com seus amigos, construiu uma Capelinha, depois um grupo de amigos residentes no povoado, construiu o Cruzeiro à frente da Capelinha, como símbolo de fé.
A parte de terra da doação feita, forma hoje a parte central do perímetro urbano da cidade.
No ano de 1889, passou à categoria de Vila com o nome de Espírito Santo, Vila florescente, desenvolvida e que aos seus 50 anos, já impressionara ao jornalista Mário Mélo, que em companhia do Dr. Eurico Correia Amorim, passando pela região, mostro-se encantado com a beleza natural e a hospitalidade de sua gente e a revelação dos habitantes do desejo de progresso para a terra.
Por um Decreto Presidencial, algumas localidades tiveram seus nomes mudados por conveniência de serviços bancários, postais e telegráficos.Em 1939, a Vila Espírito Santo passou a ser chamada de TABIRA, por indicação de Dr. Mário Mélo, que, como conhecedor da história indígena de Pernambuco, mudou o nome em homenagem ao índio TABIRA, que salientou-se e uma das lutas entre as duas tribos indígenas: Tabajaras e Caetés; atingindo no olho por uma flecha envenenada, arrancou a flecha e continuou a lutar, saindo cego, porém vitorioso.
Nessa época de promoção à vila, já se defendiam os idéias de desenvolvimento, de tal forma que, a nossa renda municipal conquistava sempre o primeiro lugar, entre os sete distritos que formavam o município de Afogados da Ingazeira.

OBSERVAÇÃO: AS REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS SERÃO PUBLICADAS NO FINAL.

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