A morte de uma amiga

Já escrevi para o Tabira Hoje mais de 5 mil posts. Entretanto, estou neste momento sem palavras para descrever a pessoa alegre, inteligente, humilde e família, como era Mônica Madureira.

Foi com muita tristeza e dor que soube hoje cedo da morte prematura da minha amiga Mônica Pereira Madureira, de 23 anos. Fomos colegas de escola durante os anos de 2001 a 2004, nas Escolas Professora Carlota Breckenfeld e Escola Dom Bosco. Nesta última, a convívio foi maior.

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Mônica, Sandro, Jamilly, este blogueiro, Jamesson, Juliana e Lais

Diariamente, assisti aulas ao lado de amigos: Mônica Madureira, Sandro Filho, Jamilly Morais, Juliana Pires, Morgana Laís e Jamesson Véras. Uma oitava série feita apenas de sete alunos.

Mônica Madureira era muito inteligente. Sua dedicação era de invejar. Não é a toa que em 2013 se formou em Biologia pela Universidade Federal Rural de Pernambuco – Unidade Acadêmica de Serra Talhada e já estava aprovada no mestrado acadêmico em Oceanografia. Parafraseando o grande cantor Fagner, eu diria: “Só uma coisa me entristece, aquele abraço e parabéns que não lhe dei”. O tempo não permitiu que eu pudesse lhe dizer isso, minha amiga.

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Sandro, Lais, Juliana, este blogueiro, Mônica, Jamilly e Jamerson

A minha geração empobrece com a morte desta amiga. Torna-se cada dia mais evidente a transitoriedade da vida. Todos nós caminhamos para a “curva da estrada”, de que fala Fernando Pessoa. Só que Mônica deu a “curva” muito cedo e partiu. Ainda poderia ter dado grandes contribuições profissionais e humanas a Tabira, Pernambuco e ao Brasil. Que Deus a acolha na Eternidade!

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5 thoughts on “A morte de uma amiga”

  1. =/ muito triste tudo isso estar acontecendo! Mas, infelizmente muitas coisas da vida nós não temos como mudar ou dominar. Espero que Deus dê muita luz para toda a família Madureira e para os espíritos de todos que hoje nos deixaram.

  2. Lamentável, toda morte deixa dor para alguém, quando morrem pessoas do bem como aparentemente estas eram, com certeza a dor é multiplicada, diariamente leio as noticias do Pajeú, vejo através dos diversos blogs (Niil, Itamar, Cauê, Finfa, Sergio Coelho e outros), uma coisa que me chama atenção é o crescente número de acidentes nas estradas da região, principalmente na PE-320, e isso é coisa recente, aparentemente depois que essa pista foi recuperada, e na maioria das vezes o fato gerador do acidente é a imprudência, seja pela inexperiência de condutores inabilitados ou pela irresponsabilidade de condutores alcoolizados, excesso de confiança por dirigir onde conhece, etc, a moral da história é que boa parte dos motoristas/motociclistas não valorizam a vida do próximo, aliás, nem mesmo a deles.
    Registre-se os meus sentimentos às famílias envolvidas nessa tragédia, que Deus conforte da maneira que só Ele sabe os familiares e amigos, que bom seria se esse fosse o ultimo caso dessa natureza, mas o tempo vai passar e num intervalo muito curto outras tragédias podem acontecer…

  3. Flávio,
    Fiquei lembrando da turma de vocês lá na escola Dom Bosco. Do quanto Mônica era muito aplicada nos estudos.
    Lindo o teu texto. Que pena que você não pode dar o abraço de amigo, como descreveste, porém és testemunho vivo da simplicidade e determinação dela, de alguém que foi e é tão especial, que, com certeza, será referência para tantos jovens que estão trilhando os caminhos da formação profissional e intectual.

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