No Centro, em Tabira, a vítima Aluízio de Souza, de 59 anos, informou ao policiamento que um desconhecido retirando telhas e quebrando o compensado do teto, teve acesso ao seu estabelecimento levando uma pequena quantidade de moedas que o mesmo não soube precisar. Foram feitas diligências no intuito de prender o acusado, porém sem êxito.
Ladrão que rouba pobre só leva susto!
Acho que foi o contrário Sr. Gilberto. Quem levou o susto, pela segunda vez, fomos nós. Da primeira vez, o ladrão roubou dinheiro e cheques (esses últimos foram sustados), mas “gato escaldado…”. Ficamos prevenidos e passamos a não facilitar. Mas como o senhor mesmo falou, o “pobre” dono da mercearia (meu pai) com o seu “pobre” comércio (que nos deu tudo de melhor), não irão fazer diferença para que a justiça “tome pé” dessa situação que a cada dia piora em nossa cidade. Não desejamos mal a ninguém, mas o rumo desse problema poderá ser mudado quando a vítima não for um “pobre”.
Nossas “riquezas” são acumuladas de outra forma….
Não pretendi ofender nem ofendi ao seu pai ou à senhora, apenas me referi ao “trabalho” que o ladrão teve para roubar “uma pequena quantidade de moedas”. Se entendeu de outra forma, nada posso fazer.
Sou uma boa leitora e interpreto muito bem as palavras escritas pelo senhor. Não ofendeu nem a mim e nem ao meu pai, pois o adjetivo destacado em minha mensagem não denigre a imagem de ninguém e posso usá-lo a qualquer momento quando achar necessário. O que nos incomodou foi o fato de uma pessoa como senhor, creio que tenha até idade aproximada a do meu pai, tentar ser cômico em problemas desse tipo. Quanta piada sem graça o senhor deixa neste blog com assuntos que deviam ser levados a sério…É uma pena! Em outros comentários feito pelo senhor, achei que poderia ser de uma pessoa que usasse o espaço para críticas construtivas, mas vi, em tantos comentários, que o seu lado irônico não permite que isso aconteça. “Tome tento” meu senhor, e faça um melhor uso dessas ferramentas tão interessantes que são os blogs e a internet.
Quem quer ajudar, faz. Quem não quer, arruma uma desculpa, ou melhor, uma piada sem graça…
Acredito que uso bem tais ferramentas e pouco ou nada se me dá quando suscetibilidades alheias se sentem magoadas ou maculadas com o que escrevo.
De maneira nenhuma Sr. Gilberto. Como já mencionei, não me sinto ofendida em momento algum e continuo a pensar que o senhor só faz uso de tais ferramentas para fazer comédia em momento inoportuno. Temos que concordar que suas piadas não possuem graça alguma, não acha?! Encerro aqui nosso diálogo, pois diferente do senhor, tenho melhores usos a fazer com as ferramentas as quais nos referimos anteriormente e prefiro “trocar ideias” com as pessoas pessoalmente. E se não sentes nada a respeito dos problemas alheios, é um defeito exclusivamente seu, pois acho que temos obrigação, enquanto seres humanos, de sermos solidários com os demais. Estou sendo solidária, portanto, com sua falta de sensibilidade… É bom repensar no que vai escrever, pois como notei hoje, pode aparecer alguém que se manifeste com opções contrárias as suas, que mesmo não sendo do seu gosto, deverão ser respeitadas. Passe bem e desejo que melhores enquanto ser humano, se não acontecer, melhore, ao menos, as suas piadas, que por sinal, são de péssimo gosto…
Não me sinto obrigado a participar da sua pieguice. Não foi nenhuma tragédia seu pai perder algumas moedas para um ladrão que teve tanto trabalho. Se não tem capacidade para ver a hilaridade da situação, lamento mas não choro.
Ademais, concordo que é muito papo, muito lero lero por causa de “uma pequena quantidade de moedas”.
É, Daniele de Mélo, já faz muito tempo que esse Gilberto está precisando de um “rela” educadamente, já que, pelo visto, ele não sabe o que é educação. Ele não tem senso do ridículo, se mete em todo tipo de assunto sempre com piadas sem graça.
Parabéns Daniele !!!
É diversão pura!!!
Olá Dani. Aqui vai o meu abraço fraterno. Parabéns pelas respostas justas e muito bem colocadas. Você não nega a raça e de forma correta e educada coloca suas ponderações, respondendo alguém que não sentiu na pele o que o teu pai sentiu pela segunda vez. A tragédia não é perder algumas moedas, mas ver o seu estabelecimento arrombado. Um grande abraço a toda essa gente brava e lutadora de Tabira do sertão Pernambucano que espero em breve poder visitar.
E qual seria a “raça” do ladrão que depois de tanto trabalho só obteve uma “pequena quantidade de moedas”? Aposto que é mais um tabirense orgulhoso como tantos!
A raça não é do ladrão meu caro. Mas sim de alguém que com respeito lhe dá uma boa lição de educação, já que o nobre cidadão não tem. Não sou Tabirense meu prezado, mas se fosse teria orgulho. Pelo jeito o cidadão deve ser um tremendo Gozador. Quem semeia vento meu caro, colhe tempestade. Fique atento. A vida lhe ensinará a respeitar o seu próximo.
Geralmente quem fala muito em “respeito” é quem menos merece. Desrespeitei ninguém, apenas achei hilário o episódio. Prometo me redimir! Vou mandar uma coroa de flores de condolências ao ladrão!
Estou atento Cabeção!
Acertou, é pura gozação! Existe comédia maior que um pobre ladrão ter toda uma mão de obra para entrar num estabelecimento comercial pelo telhado, correndo todo tipo de risco e só conseguir uma “pequena quantidade de moedas”? Porque fazer disso uma tragédia?
Gilberto Carvalho Moura, estás fazendo uma legião de inimigos, tomas cuidado homem, um dia a casa cai.