VOLTA ATRÁS

A proibição, anunciada ontem quarta-feira, não demorou a causar uma reação contrária. O Ministério Público de Pernambuco, de onde teria partido a recomendação para a proibição, afirmou que jamais emitiram qualquer ordem visando punir os cursinhos pré-vestibular.
Segundo o Ministério Público, a recomendação feita em 2004 se referia a um caso específico – uma escola clandestina que estava conseguindo emitir carteiras para os alunos – e não a todos os cursinhos pré-vestibular.
Na Procuradoria Geral do Estado, o procurador Tadeu Alencar disse que, de fato, existe uma lei que trata do assunto. Esta lei não inclui cursinhos no tocante à carteira de estudantes, mas também não as exclui. O procurador defende uma discussão mais ampla antes da adoção de qualquer medida.