Os tabirenses estão sendo atormentados pelas muriçocas que literalmente invadem as casas todo fim de tarde e só dão trégua pela manhã. Os transtornos são inúmeros e vão desde o incômodo das picadas, seguidas de coceira, ao zumbido irritante que tira o sono de qualquer um. A praga tomou conta da cidade.
A situação é ainda pior para quem reside próximo a canais, lixeiras e matagais, locais propícios para a proliferação. A falta de conservação pública (limpeza) e de um programa de combate por parte da Prefeitura de Tabira garantem a multiplicação das muriçocas.
Alguma providência tem que ser tomada pelas autoridades responsáveis antes que se torne um problema de calamidade pública. Terrenos cheios de mato e detritos são criatórios para os mosquitos.
Apesar das inúmeras reclamações, a Prefeitura de Tabira parece que ainda não se deu conta do problema. Pergunta-se onde está o carro-fumacê que não vem sendo usado no combate aos mosquitos. Embora o fumacê seja usado no combate ao mosquito da dengue, acaba servindo para exterminar as muriçocas que tanto incomodam. Enquanto as providências não são tomadas, os tabirenses vão continuar sofrendo com os mosquitos.
Algumas Dicas para Combater as Muriçocas
Se você ainda é do tipo que queima bandeijas de ovos, intoxifica sua casa com inseticidas e chega a passar querosene sobre a pele ou apela pro velho mosqueteiro furado. Veja truques contra esse inseto.
Algumas atitudes, que se pode tomar:
Ar condicionado – Eles são exotérmicos…. no frio o metabolismo deles pode baixar tanto que eles simplesmente não se movem mais.
Ventilador – atrapalha seu vôo irregular
Mosquiteiro
Tela nas Janelas
Manter portas e janelas fechadas principalmente por volta das 5, 6 horas da tarde.
Repelentes – citronela (essência), andiroba (óleo)
Lâmpada anti-inseto
Aerosóis – sem CFCs
Mas quando você se referir a muriçocas você está se referendo também as políticos que já se sabe que vem chupando o sangue do povo a muito tempo
Num passado bem próximo, existiam os carros fumacê, que eram de grande ajuda para combater esses insetos insuportáveis. Porém, este ano não apareceu nenhum, pois já é de costume em Tabira, só tomar devidas providências quando o problema já está quase que irremediável ou quando já não adianta mais nada, neste caso, quando o período de muriçocas passar.
O lixo tomou conta de tabira porisso tabira perdeu o titulo de cidade das tradições para cidade das muriçocas.
O RUIM VAI SER QDO AS DOENÇAS CHEGAREM POIS NEM REMEDIO NEM MEDICO TEM NO HOSPITAL. DINCA QUE MANDA EM BIRA, BIRA QUE MANDA EM MARIQUINHA E MARIQUINHA QUE NAO MANDA EM NINGUEM…….
EM TABIRA JÁ TEM ATÉ MURIÇOCA DE ÓCULOS.
Tem outro artefato quepode ser útil tambem: Uma raquete fabricada na china e movida a bateria que incinera os mosquitos.
Estava eu dormindo e de repente o lensol começou a subir, era as muriçocas muita mais muita, igual a essa foto pretinha da grande.
Ô raça de muriçoca dificil de combater…
POIS É, SÓ FALTA ELE DIZER QUE A CULPA É DO EX. PREFEITO JOSETE QUE DEIXOU PRA ELE MATAR AS MORIÇOCAS.
KKKKKKKKKKKKKKKKK
PREFEITO CANTEIRO DE OBRAS!!!
O LIXO ESTÁ TOMANDO CONTA DA CIDADE, TOME AS PROVIDÊNCIAS POIS, FICA DIFÍCIL PRA VOCÊ DIZER QUE A CULPA É DE DR. JOSETE, PORQUE O LIXO NÃO SE GUARDA TODOS OS DIAS TEM QUE SER JOGADO FORA. ENTÃO,
É SINAL QUE PRECISA -SE COLETAR TODOS OS DIAS PRA EVITAR DOENÇAS, MOSCAS, MURIÇOCAS , MOSCAS VARIGEIRAS E OUTROS INSETOS QUE VEM ATRAVÉS DO ACUMULO DE LIXOS.
POR MAIS QUE SE FAÇA LIMPEZA EM CASA AS MOSCAS ESTÃO PERTURBANDO.
OU SERÁ QUE VOCÊ VAI REPETIR NA RÁDIO DIZENDO QUE É OS ADVERSÁRIOS QUE JOGAM O LIXO DEPOIS QUE O CARRO PASSA?
COMO VOCÊ JÁ PRONUNCIOU OUTRA VEZ!!!
PORQUE ESTÁ BEM CLARO NA CIDADE EM FRENTE AS PORTAS, ESTÁ AS BOLSAS DE LIXOS AMARRADAS E QUANDO É A NOITE PRECISA COLOCAR DENTRO DE CASA DE NOVO PRA OS CACHORROS NÃO RASGAREM E FICAR PIOR OS PAPEIS HIGIÊNICOS FLUTUANDO PELAS PORTAS, FRAUDAS ABSORVENTES ETC.
COMO É UM NOVO TEMPO VEJA QUANTA CAMPANHA EXISTE PRA RESOLVER A SITUAÇÃO DO LIXO……….
SÓ CIDADÃ PAGO MEUS IMPOSTOS MUITO BEM PAGO E TENHO DIREITO DE EXIGIR.
Autor(a): GILBAMAR DE OLIVEIRA BEZERRA
EU MATO ESSA MURIÇOCA!
A muriçoca atrevida,
cabisbaixa lá no teto,
esperava uma só chance
p’ra de mim chegar mais perto,
mas resolvi lhe por um fim
nem que fosse por decreto
Suas antenas tremulavam
demonstrando excitação,
e já decerto planejava
em mim fazer transfusão
mas eu fiquei preparado
para lhe dar uma lição
Peguei de uma almofada
e quis lhe dar tiro certeiro,
na ânsia de vê-la morrendo
num suspiro derradeiro
engolida por um sapo,
que chegasse sorrateiro
Ela, a nojenta matreira?
Muito mais rápida que um raio
quase me deu uma rasteira
e por muito pouco eu não caio,
zuniu perto do meu ouvido
como gritando “daqui não saio”
De almofada em riste,
correndo atrapalhado,
esbarrando pelos móveis
já o cabelo desgrenhado,
eu urrava feito leão
com um dente arrancado
Ela ziguezagueava
com seu modo atrevido,
parecendo uma bala
disparada por bandido,
eu no encalço da danada
todo sem jeito, perdido
Desistir, contudo, jamais!
Pois nenhuma muriçoca
por mais faceira que seja
faz comigo troca-troca
só para me baratinar
ou me por numa taboca
Então, tentei me acalmar,
desacelerar o coração
e esperar que a tal pousasse
na parede ou pelo chão
e com toda força que tenho
dar-lhe um baita bofetão
Mas desses bem desferidos
que deixa o gajo acabado,
sem tempo de espernear,
p’ro caixão já preparado
a mortalha toda prontinha
e o paletó abotoado
Ela deu vôos rasantes,
planou sonsa, devagarinho,
passou perto do meu rosto
e ouvi alto o seu risinho,
só depois, tranquilamente,
regressou ao seu cantinho
De cabeça para baixo
acomodou-se a safada,
talvez esperando a hora
de me dar outra picada
sugando parte do meu sangue,
refeição apreciada
Num repentino safanão
joguei a arma que tinha
acertando-a bem de cheio
com a minha almofadinha,
sendo pega de surpresa
el’agora era minha!
A muriçoca disgramada
caiu trêmula e desmaiou,
me aproximei bem dela,
eu a olhei, ela me olhou,
soltei um riso escarninho
e logo a batalha terminou
Tirei a sandália do pé
ela viu, tentou mover-se,
mas de nada adiantou
evitar que eu vencesse,
foi tão forte a chinelada,
impossível escafeder-se
Apenas num risco preto
ela ficou transformada,
eu bati com tanta força
que ela ficou esmagada,
então me vi todo feliz
com o fim da desgraçada
Publicado no site: O Melhor da Web em 25/04/2009
Código do Texto: 18740
Era noite…
Qual criança acalentada eu dormia calmamente.
Meu corpo exposto jazia nu em meu leito, devido à noite acalorada de verão.
E em meio à penumbra do quarto senti você se aproximar.
Nenhum som se ouvia…
Nada quebrava o silêncio quase palpável daquela noite escura.
Sorrateiramente você chegou.
tocou-me com teu corpo também nu.
Você lançou-se sobre o meu corpo dormente,
Apoderou-se dele e com grande volúpia sugou-me vorazmente.
E eu, rendido a você apenas soltava gemidos e ais.
De mim, fizeste o que queria
E tão sorrateira como chegaste partistes como se nada tivesse acontecido.
Adormeci…
Quando acordei,
Percebi como foi marcante aquela noite
Meu corpo marcado era a prova contundente da tua paixão desenfreada.
No dia seguinte,
Ao cair da noite, lembrei de você.
De o teu “chegar” de mansinho,
Da tua paixão intrépida e voraz…
Esperei com ânsia a tua chegada.
E agora seria eu a me lançar sobre você com toda a fúria do meu ser.
Com volúpia tal, que ao tatear teu corpo,
Quero tirar não apenas gemidos e ais, mas o teu próprio sangue…
…sua muriçoca (pernilongo) sem vergonha!
Waldo Lima
Publicado no Recanto das Letras em 06/11/2007
Código do texto: T725772