Tabira realizou I Encontro Cultural dos Bacamarteiros

Ontem, domingo (20), a Associação dos Bacamarteiros de Tabira realizou o I Encontro Cultural, no engenho do Poeta Albino Pereira, no Sítio Fazenda Nova, zona rural de Tabira.

A festa iniciou com a Assembleia dos sócios e, em seguida, houve o recital com poetas da APPTA e da AJUPTA. Após o show ficou por conta do violonista Edieck José e de Paulo Matricó.

Confira as fotos do Blog Tabira Hoje:

17 thoughts on “Tabira realizou I Encontro Cultural dos Bacamarteiros”

  1. Senhor Gilberto Moura! respondendo a sua pergunta que cultura tem isto.

    TEM CULTURA SIM, E COM CERTEZA MAIS CULTURA QUE A SUA CAIXA CRANIANA QUE TÚ AXAS E ENGANA-TE PENSANDO QUE ÉS INTELIGENTE…

    • Senhor André Lopes: O verbo achar é com CH – tu achas. Quem “axa” com X pensa que achou, mas só passou recibo de boboca. Tu não tem acento e a sua concordância nominal é um desastre. Sua, tu, te não combinam. Vai estudar!

  2. GILBERTO CARVALHO MOURA, O QUE É CULTURAL PRA VOCÊ? POIS O QUE ACONTECEU NO SÍTIO FAZENDA NOVA FOI SÓ CULTURA, OU POESIA NÃO É CULTURA? VIOLEIROS TOCANDO NÃO É CULTURA? E SEM FALAR NOS BACAMARTEIROS…TUDO LÁ ERA CULTURA PURA E VOCÊ NÃO ESTA LÁ. BEIJOS…

    • Cultural é o que tem boa qualidade, é elevado, torna melhores as pessoas que praticam ou assistem. Boa poesia é cultura. Bons repentistas são cultura. (digo repentistas porque versejam bem mas tocam viola muito mal). Bacamarteiro é mau costume. Me diga que cultura há em dar tiros de polvora seca com aqueles espingardões? envie sua resposta para gcmouraadv@yahoo.com.br
      Me ajude a sair da ignorância.

  3. Nem tudo é política, nem tudo é descumprimento. Moramos numa terra de grandes nomes, de culturas mil. Terra de um povo que se destaca pelo dom e é na poesia popular que vemos esses monstros. Não me atrevo a citar nomes, são tantos e o tempo é curto.
    Não deveríamos esquecer nossas belezas. Não deveríamos assassiná-las. Mas estamos fazendo isso, acabando com uma coisa que vale a pena explorar. Não é com hostilidade á cultura que vamos tornar Tabira um lugar melhor, a cultura não tem culpa nenhuma dos problemas que passam por a cidade, no entanto, alguém tem que ficar com culpa, não é mesmo?Já que querem colocar a culpa em alguém, Culpem-se! Não há na história de nossa cidade um fator que mais degradou seu nome do que um pequeno grupo teatral que insiste em fazer parte dela. Deixem de lado a hipocrisia que insistem em usar e se coloquem no topo dos privilégios, Tabira não é só só terra não, Tabira é vocês, não culpem o que não tem culpa. Ver nossa história com hostilidade não é cessar diante um problema e sim, expandi-lo. Não é encontrando um problema em tudo que está relacionado a Tabira que vamos chegar a um caminho mais curto para resolução dos que de fato merecem atenção. Se organizar e aprender a diferenciar o que merece atenção, no âmbito de problema, do que não merece é de suma importância para que se multiplique o que temos de melhor a oferecer. Vamos ter princípios, pois, um cidadão que não sabe reconhecer o trabalho de um outro que tenta ajudar de alguma forma, não merece destaque e muito menos à atenção de alguém. É sendo rude que falo isso, pois para cada atrativo que alguém põe na mídia para propor uma boa ação, existe um super-herói para se lambuzar de política ou de qualquer outra porcaria, e vir dizer: Ta errado! Pessoas assim não dispõe de nenhum bom senso, de nenhuma criatividade, de nenhum poder de renovação. Faz uma casa na mesmice e vive da vida do vizinho, que para ele, sempre está boa. Carrego comigo que até o mais absurdo dos erros merece uma certa reflexão, para novamente não voltar a estaca do ABSURDO. Antes de falar que não existe, use seus sentidos. Antes de dizer que não vale nada, veja se já provou. O problema de Tabira, Gilberto, não é a cultura. O problema de Tabira é pessoas sem sentidos, pessoas que não sabem reconhecer nada de proveitoso. É claro que estou falado do grupo teatral do qual você faz parte. Ora Bolas…

  4. CULTURAL:
    “Que diz respeito ao conjunto de tradições, costumes, conhecimentos de uma dada sociedade, de um grupo ou classe social (padrão cultural; identidade cultural).” (Caldas Aulete).
    “Respeitante ao conjunto de conhecimentos, informações, saberes adquiridos e que ilustram (indivíduo, grupo social, sociedade), segundo uma perspectiva evolutiva” (Houaiss).
    “Sistema de idéias, conhecimentos, técnicas e artefatos, de padrões de comportamento e atitudes que caracteriza uma determinada sociedade.” (Michaelis).
    COMENTÁRIO: Encontro de bacamarteiros em Tabira, assim como a vaquejada, encontro de poetas, artesãos, cantadores, leilões paroquiais, pau-de-sebo, o doce da batata de umbu, a beira seca, … tem toda a legitimidade de atividade/produto cultural. A não ser que se queira reinventar o conceito de cultura.

  5. Parabéns a Tabira e aos participantes do 1º Encontro Cultural de Bacamarteiros, abraço especial nos amigos Dedé Monteiro e Albino Pereira. Gostaria de participar do próximo evento e da próxima moagem. Vou ficar atento.

    • Olá Gilberto! Não sei se lhe conheço mas diante de sua posição aqui no blog, lhe peço para expor, qual o seu pensamento a respeito de cultura. O que é cultural pra você?
      Parabenizo aqui o povo de Tabira que compareceu ao engenho do Poeta, neste domingo e deu uma clara demonstração de que gosta do que é bom.
      Parabenizo o Blg tabira Hoje, por divulgar e proporcionar este importante debate.
      Abraço a todos!

      • Como inculto que sou, acredito que “cultural” seja algo diferente de Tote vestido daquele jeito ou de um bando de homens disparando tiros de polvora seca em espingardas de cano grosso. Acredito em coisas de qualidade, incluindo a chamada “cultura” assim, considero “cultural” o que tem boa qualidade como a poesia de Dedé Monteiro e Albino, o teu pai. Resumindo: bacamarteiro não é cultura, é um mau costume que deveria ser esquecido.

        • A sociedade evolui e os maus costumes tidos como “culturais” devem ser esquecidos. Os exemplos são muitos. Veja, nada pode ser mais “cultural” a um espanhol que a tauromaquia, a tourada, o toureiro, entretanto, foi abolida. Hoje, se Paulo Matricó for a Madri e quiser ver touradas, não verá, a mais famosa praça de touros do mundo, Las Ventas, hoje é um museu daquela “cultura” de crueldade com os animais. Bacamarteiro, bacamarte, é pura ignorancia, truculencia e a esmagadora maioria nem sabe a origem dessa bobagem e ainda usam um chapeu ridiculo que imita a bandidagem cangaceirista. Depois ficam todos clamando contra a violencia sempre crescente. Outro dia vi em Triunfo varios jovens fantasiados de cangaceiros executando uma dancinha de cabra safado, arrastando e batendo os pés no chão e apontando suas “armas” para o publico numa coreografia prá lá de idiota, eram “Os Lampeônicos” exibindo sua “cultura” à obtusidade mas em apologia ao crime. En tendo “cultura” como algo elevado, que torne melhores as pessoas que assistem ou praticam, fora isso, não é cultura, é mau costume.

          • Eu compreendo sua posição, Gilberto mas não concordo com ela. Sei que falar de Lampião e cangaço, refere-se ao banditismo do passado mas isso é um símbolo da cultura nordestina, assim como, a feijoada, tão brasileira, tem origem na cruel escravidão. Os combatentes da guerra do Paraguai festejaram seus retornos aos lares, após o combate, disparando suas armas com pólvora seca e isto se tornou costume e portanto incorporou-se às manifestações culturais de nosso estado. Mesmo nos aspectos negativos de nossa história, encontramos coisas positivas e quando é festejo, é cultura popular. Imagino que seu desejo é de ver cultura acadêmica, branca e certamente, aristocrática européia mas nós somos também: Índio, africano, além de tantos outros elementos raciais e culturais. No Goiás, até hoje as festas do divino lembram as guerras entre mouros e cristãos. vc acha que aquilo deve ser esquecido? As touradas da Espanha estão sendo banidas por serem verdadeiros massacres aos animais. Quem sabe no futuro, serão encenadas na simbologia e continuarão sendo a cultura. Meu caro, o que não cabe mais é radicalismos. Seja feliz

  6. Conceito de cultura no Wikipédia:
    “Antropologia – esta ciência entende a cultura como o totalidade de padrões aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano. Segundo a definição pioneira de Edward Burnett Tylor, sob a etnologia (ciência relativa especificamente do estudo da cultura) a cultura seria “o complexo que inclui conhecimento, crenças, arte, morais, leis, costumes e outras aptidões e hábitos adquiridos pelo homem como membro da sociedade”. Portanto corresponde, neste último sentido, às formas de organização de um povo, seus costumes e tradições transmitidas de geração para geração que, a partir de uma vivência e tradição comum, se apresentam como a identidade desse povo.”
    A tradição do bacamarteiro é, portanto, contemplada nesta definição. É uma importante tradição transmitida de geração para geração

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