Duas escolas tabirenses estão entre as dez melhores regional do Sertão do Pajeú, segundo a nota divulgada pela gerente Cecília Patriota, nesta terça-feira (13).
Ocupando o 5º lugar, ficou a Escola Estadual Arnaldo Alves Cavalcanti que obteve a média 553,59 e em 9º lugar a Escola Estadual Pedro Pires Ferreira com a média 541,63.
Parabéns a todo pessoal do Arnaldo Alves Cavalcanti…
Sei que não é fácil se refazer depois de algumas administrações desastrosas, recheada de golpes baixos, de esnobação barata, de um nariz empinado de quem não nem motivos nem competência para ser assim, e de, claro, outras coisas muito esquisitas (se é que vocês me entendem…).
Parabéns a Coquinha e Margarete que seguraram a peteca depois do “afastamento” do ex-diretor (por que foi exonerado mesmo? hummm… todo mundo agora é vítima, num é mesmo? com cartinha bicuda falando de injusta ao povo tabirense e tudo o mais… sei, sei…).
Parabéns mesmo a esse pessoal… Só quem acompanhou a agonia desses professores até cair a ficha de Cecília Patriota (você foi negligente, minha querida… afague sua consciência agora…) sabe os sapos que esse pessoal teve que engolir goela abaixo.
Um abraço, e continuem com garra essa batalha de vocês. Se tem muitos ex-alunos orgulhos até o talo nesse momento, eis aqui um deles.
Parabéns professores e alunos das duas escolas de Tabira e da região.
GENTE! Q MARAVILHA. A FAMÍLIA ARNALDENSE AGRADECE E CONTINUAREMOS EM BUSCA DO MELHOR, UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA. ALUNOS E PROFESSORES ESTÃO DE PARABÉNS!!!
ISSO É BOM PARA O NOSSO EGO …
lol
Comemorando com isso?
A taxa de participação foi de 21,8%, ou seja, os mais interessados. Se a taxa de participação fosse alta pode ter certeza que a média ia lá pra baixo.
Foi uma das melhores da região? Sim.
É motivo pra comemorar? Não, ainda tem muito pra melhorar.
A média da primeira colocada foi 760 com uma taxa de participação de 100%.
lol
Opa João.
Intereressante a observação. Mas tem um pequeno-grande equívoco que você não notou.
Se você olhar direitinho, só constam, entre as 500 primeiras colocadas, pouquíssimas escolas públicas, e mesmo quando aparecem, são escolas de referência, com ligação à instituições e universidades, ou seja, abrigam ótimos alunos, que são previamente selecionados por processos seletivos.
A comparação é absurda, e nem de longe chega a ser justa.
As nossas escolas públicas não têm esse privilégio de escolher alunos. E pior ainda, não pode mais nem expulsar alunos indisciplinados, e até agressores são mandados de volta à escola por promotoria e conselho tutelar. O Estado também, com Dudu Malvadeza e sua política de bonificação, castiga os colégios que expulsam ou reprovam.
Enfim, apesar da nota teoricamente baixa em relação às grandes escolas do resto do Brasil, tenho consciência que ali, especialmente no Arnaldo, vem sendo realizado um ótimo trabalho, e essa nota é sim motivo de orgulho.
Caro felipe eu faço parte com muito orgulho desse grupo de ex-alunos que estão orgulhosos…Parabéns alunos e professores e todos os funcionarios.
A Escola Arnaldo está de parabéns!
Fernando Felipe, eu não estou dizendo que o desempenho foi ruim. O que quis dizer foi que o resultado podia ser melhor.
Vendo pelo lado dos estudantes. Sim, alguns são esforçados e apesar de todos esses problemas na rede pública, conseguem se destacar. Esses alunos merecem parabéns.
Porém, poderia haver mais estímulo. A maioria jovens, não somente de Tabira, estão mais preocupados em farrear, beber, festas, etc, e esquecem da escola. São muitos mesmo. Nem ligam.
Muita coisa podia ser melhor. Entenda isso.
Concordo com você João. Os jovens de hoje parece que são abestalhados. Só pensam em beber, comprar celular, ter uma moto ou um carro, beber whisky com redbull, usar o verbo idiota “boyzar” e contar vantagens bobas, tipo, bebi 2 grades de cervejas e fiquei bebo cego, vomitei na sala e depois tomei outra. A vida dos pobres é toda em cima de beber. Que pobreza meu Deus. Muitos não sabem nem ler e escrever direito. É lamentável mesmo isso tudo. E ainda fazem festa contratando essas bandas podres, bandas que lançam músicass tipo: Vamos beber, cair e levantar…, ei, tu quer beber? num sei o que…, a vaca come capim, num sei o que da rapariga, e por aí vai. O povo não conhece forró, mas acham que sim, esses que vêm do ceará. Meu Deus, eu proibi meus filhos de escutarem. Quando eles forem donos dos narizes deles e não estiverem mais em minha casa, escutarão o que quiserem, mas dentro de minha casa mando eu.
Só para complementar.
Você acha que se a participação dos alunos do Arnaldo fosse superior a 80%, por exemplo, a média seria a mesma?
Nada está bom o suficiente, sempre há o que melhorar.
Ótimo comentário, João. Entendi sim…
Mas insisto que diante das condições que temos hoje, o Arnaldo conseguiu um resultado estimulante, em minha opinião.
Se a participação fosse maior a nota cairia, certamente, concordo com você. Só que há uma fato que aumenta o drama, e não vejo como mudar, e consiste em que a ação dos professores e da escola sempre vai esbarrar num limite prático.
Ou seja, o trabalho possível numa escola pública chega a um limite que não vai depender apenas dos professores e da direção do colégio. Ultrapassar esse limite dependeria de uma articulação mais geral, incluindo município e famílias, coisa que não acredito que vá acontecer nem tão cedo (talvez demore décadas, e talvez nem aconteça, principalmente com nosso lastimável quadro político).
Mas você e eu estamos no caminho certo, acredito. Há o que melhorar sim. Mas onde, como e por que? A visão orgânica do problema, vendo-o de uma maneira abrangente, é que vai dá o tom do progresso. Um diagnóstico errado, como por exemplo culpar os docentes por um mau desempenho, já indica um caminho torto rumo a solução da questão, entende?
Abração, rapaz!
Entendi e concordo com você.
Abraço