Coronel defende PMs na polêmica envolvendo a juíza de Tabira

O Coronel Antônio Varêda, comandante do 23o BPM, que está deixando a unidade, disse ontem durante entrevista que a denúncia de ameaça por dois policiais, feita pela juíza de Tabira ,Dra. Fabíola Micheli,  é um grande equívoco. Para o comandante do 23º BPM as acusações de que os policiais teriam praticado tortura e homicídio não procede, pois as vitimas estavam presentes à audiência realizada semana passada provando que não houve assassinato, sem contar que um dos agricultores não teria reconhecido os policiais.

“A matéria divulgada pela juíza na imprensa vem deturpada. Os policiais não são acusados de homicídio, são acusados de tortura”, disse o coronel. Os policiais entraram com uma representação contra a juíza pela acusação ede ameaça que teria sofrido.  “Vamos esperar a apuração dos fatos”, disse.

Sobre a promoção, o Cel. Varêda disse que vai esperar a definição da SDS sobre o novo local de trabalho ,ficando apenas por pelo menos mais uma semana na regional de Afogados. A entrevista foi cedida ao comunicador Anchieta Santos.

A posição do Coronel Varêda foi mantida no início do programa Manhã Total, nesta manhã. “Confio plenamente nos policiais que fizeram a escolta”. Ele afirmou que o momento pelo qual passa a juíza, cujo trabalho teria sido alvo de cobrança da OAB local, pode ter influenciado o momento por qual ela passa. “Mas isso é a Justiça que vai ver”, disse. Sobre sua saída, ele disse torcer para que o Major Alexandre Gomes conduza os trabalhos no Batalhão. “Ele já conhece a área, participou de treinamentos e é capaz de realizar este serviço”, afirmou. (Nill Júnior)

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