Em Tabira, mais 02 ruas terminam de ser pavimentadas

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A prefeitura de Tabira vem de forma acelerada realizando os serviços de pavimentação em diversas ruas de vários bairros. Nesta etapa ade continuidade de pavimentação em graníticos, as ruas Projetas 3 e 4 no bairro de Barreiros I já se encontram concluídas.

Os moradores estão muito satisfeitos e em breve acontecera a solenidade de inauguração.

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O prefeito Sebastião Dias Filho (PTB) disse que espera mais liberações para beneficiar as pessoas que mais precisam do apoio do poder público. –“Estamos fazendo, aos poucos, a diferença, isso é uma coisa notória, é a realidade que vem transformando a vida de várias comunidades.” Frisou o prefeito.

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Sebastião ainda informa a população que mais duas ruas iniciaram os serviços de pavimentação, as ruas: Bom Jesus e Alberto Cordeiro, ambas no bairro Florentino Leite, conhecido por João Cordeiro.

Enviado por Assessoria de Comunicação

Preço alto da alimentação no curso de qualificação da saúde em Tabira

Por Anchieta Santos

Na 1ª quinzena de novembro, o vereador Zé de Bira, falando à Rádio Cidade FM, criticou a Secretaria de Saúde da Prefeitura de Tabira que mesmo sem dinheiro para a aquisição de remédios, fez a contratação da empresa Andrezza Albertina Guimarães e Silva Torres, pagando R$ 78.964,00 para qualificação dos profissionais do Programa de Saúde da Família.

E agora surge para a imprensa o alto valor cobrado pela alimentação durante o curso. Lanche custa R$ 20,00 e almoço R$ 30,00. Ao saber dos valores outro vereador se surpreendeu e emendou: “Nossa, com esse preço então o pessoal tá comendo no Spettus”?

Mega-sena acumula mais uma vez e pode pagar R$ 200 mi nesta quarta

bilhete_megaNenhum apostador acertou as sequências do concurso 1.763 da Mega-Sena nesse sábado (21). O próximo sorteio acontece nesta quarta-feira (25) e, agora, o prêmio é de R$ 200 milhões. Segundo a Caixa Econômica Federal, esta é a 10ª vez que o prêmio acumula.

O último concurso aconteceu na noite de ontem. Os números sorteados foram: 09 – 12 – 15 – 21 – 31 – 36.

XCalypso é o novo nome da banda de Ximbinha, agora com “x”

xcalypsoDiário de Pernambuco

XCalypso. Esse é novo nome da banda formada por Ximbinha, que agora assina com “x”, e Thábata Mendes. O anúncio ocorreu durante ensaio no Estúdio do Mestre Dedê. O primeiro show da banda será no Pará, no aniversário de Ananindeua. Após 18 anos de parceria, Joelma e Ximbinha se separaram na vida e nos palcos.

“É uma nova etapa da minha vida, é uma mudança. Mudei até o nome. Troquei o Ch pelo X. Agora sou Ximbinha. Troquei porque essa é uma nova fase da minha vida. Mas, o ritmo continua o mesmo. É o Calypso que eu sempre defendi. Vou continuar minha vida de músico e vou para a estrada”, diz o guitarrista e produtor da XCalypso. Ximbinha e Thábata terminaram recentemente de gravar o novo CD, que deve ser lançado até janeiro de 2016. O disco foi gravado no Recife, capital de Pernambuco, e agora está na fase final em Miami, no Estados Unidos. A cantora da XCalypso, Thábata Mendes, diz estar feliz por fazer parte do novo projeto. “Sempre gostei da banda. O estilo é contagiante. Mesmo que a pessoa não seja fanática, ela acaba dançando e cantando as músicas”.

A ruptura de Joelma e Ximbinha, há quatro meses, vem acompanhada de acusações de traição e lavagem de roupa suja na mídia. Foi, ainda, o desmanche que deu início a uma disputa até mesmo pelos direitos do uso da marca Calypso. Há pendências financeiras e profissionais em jogo, e a separação dos bens será resolvida na Justiça. Existem duas empresas registradas pela Calypso. Uma se chama JC Show, detentora do nome da banda. No contrato, 60% é da sócia majoritária Joelma e 40% de Chimbinha – e ela teria poder sobre o nome da banda. Já a JC Locações, responsável pelos contratos de shows e funcionários, tem ações divididas – 50% para cada um. O processo inclui ainda imóveis no Recife e no Pará, o escritório e o ônibus da banda. Joelma tem três filhos, Natália, 25, Yago, 17, e Yasmin, 11. Chimbinha é pai biológico da mais nova.

Macri é eleito presidente da Argentina e põe fim a 12 anos de kirchnerismo

macri_presidenteG1, em Brasília

O empresário Mauricio Macri, 56 anos, é o novo presidente da Argentina. Atual prefeito de Buenos Aires, ele é ex-presidente do clube Boca Juniors e líder de uma frente de centro-direita. Macri foi eleito neste domingo (22), na primeira vez na história do país em que uma eleição presidencial foi decidida no segundo turno, e vai governar por quatro anos. Ele irá assumir a presidência no dia 10 de dezembro deste ano.

Às 5h45 (horário de Brasília), com 99,17% dos votos apurados, Macri tinha 51,40%(12.903.301 votos), e Scioli, 48,60% (12.198.441 votos), segundo a comissão eleitoral.

A vitóira de Macri foi confirmada às 21h43 (horário de Brasília), quando com 63,26% dos votos apurados, ele alcançou 53,50% (8.524.551 votos), e Scioli, 46,50% (7.410.389 votos). Neste momento, o chefe do órgão eleitoral argentino afirmou que a tendência a favor de Macri era irreversível.

Por volta das 22h20, Daniel Scioli, telefonou para o adversário e admitiu a derrota, de acordo com o jornal “Clarin”. Os dois são amigos de longa data e Scioli afirmou que Macri era um “justo ganhador”.

O resultado após a realização do inédito segundo turno gerou festa entre os apoiadores de Macri e lágrimas entre eleitores de Daniel Scioli – candidato apoiado pela presidente Cristina Kirchner, que governa o país desde 2007 e é viúva do falecido presidente Néstor Kirchner (2003-2007). A Argentina teve 12 anos de kirchnerismo no poder.

O índice de participação chegou a 78% dos mais 32 milhões de eleitores no segundo turno, o primeiro da história argentina.

Esta é a primeira vez um líder da direita liberal chega ao poder pelas urnas em eleições livres, sem o apoio de uma ditadura, fraudes ou candidatos proscritos.

Em sua vida democrática, a Argentina apenas teve no poder a alternância entre o Partido Justicialista (PJ, peronista) e a UCR.

França oferece apoio na segurança da Olimpíada de 2016

MC_Coletiva_Itamarati_COP21_22112015_006Jornal do Brasil

O ministro de Assuntos Exteriores e do Desenvolvimento Internacional da França, Laurent Fabius, ofereceu apoio à presidenta Dilma Rousseff para garantir a segurança e evitar ataques terroristas na Olimpíada de 2016. Em coletiva de imprensa na tarde deste domingo (22) no Itamaraty, o ministro disse que a França colocou-se à disposição para transmitir os resultados das ações que estão sendo tomadas e com o próprio serviço de inteligência, para reduzir o risco de ataques em terras brasileiras durante os jogos.

“O que aconteceu em Paris, infelizmente poderia acontecer em vários países do mundo, uma vez que [os grupos terroristas] estão organizados internacionalmente”, disse Fabius. “Disse a Dilma Rousseff que estamos à sua disposição”, acrescentou.

O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, declarou que a ajuda é muito bem-vinda.

Fabius visita o Brasil para tratar da 21ª Conferência do Clima das Nações Unidas (COP 21), que vai reunir representantes de 195 países, entre os dias 30 de novembro e 11 de dezembro, em Paris.

Na manhã deste domingo, o ministro francês esteve com a presidenta Dilma Rousseff, os ministros Mauro Vieira e Izabella Teixeira, do Meio Ambiente. Segundo Fabius, a questão da segurança foi mencionada na conversa. Ele já visitou a Índia e a África do Sul.

O principal objetivo da COP 21 é preparar um novo acordo entre os países para diminuir a emissão de gases do efeito estufa, diminuindo o aquecimento global, e limitar o aumento da temperatura em 2º Celsius até 2100.

De acordo com a ministra Izabella, o Brasil compromete-se com a redução, em um compromisso classificado como ambicioso pelo chanceler francês.

Apesar dos ataques terroristas do último dia 13 em Paris, o evento será mantido. Segundo Fabius, manter a COP 21 foi “decisão indispensável, porque era incompreensível cedermos frente ao terrorismo”.

Ele ressaltou a importância do tema, uma vez que as mudanças climáticas afetam a todo o mundo. A segurança será reforçada e as delegações protegidas. O governo também proibiu as manifestações pela dificuldade em garantir 100% da segurança das pessoas em ambiente externo.

Marina Silva diz que governo blinda Cunha para impedir impeachment de Dilma

marinasilva1UOL Notícias

A ex-senadora Marina Silva afirmou neste domingo (22), que o governo está blindando o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), como forma de impedir o andamento de um processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Ela disse acreditar que já há provas que trazem convicção sobre a culpa do deputado, mas ressaltou que ainda não vê fatos contra a presidente.

A Rede Sustentabilidade, partido de Marina, é coautora, junto com o PSOL, de uma representação no Conselho de Ética da Câmara que pede a cassação de Cunha. No pedido feito no mês passado, os partidos argumentam que houve quebra de decoro, já que o deputado teria mentido em depoimento à CPI da Petrobras, em março, quando disse que não tinha contas no exterior.

“Uma parte da oposição blindava (Cunha) em nome do impeachment e o governo continua blindando em nome do não impeachment”, disse Marina, que foi candidata ao Palácio do Planalto, no ano passado. “Neste momento, as provas que foram juntadas contra o presidente da Câmara dos Deputados não são fabricadas. Acontecem dentro de um processo que leva os parlamentares a uma convicção, com base naquilo que foi trazido pelas apurações. É isso que deve ser feito com relação à presidente.”

Sobre a possibilidade de impeachment de Dilma, Marina afirmou que é preciso haver provas contra a presidente, assim como no caso de Cunha. “Não se muda presidente só porque a gente está discordando”, resumiu ela.

TSE aponta dificuldades para implementar voto impresso no país

UrnaG1

Contrário à adoção do voto impresso, o Tribunal Superior Eleitoral prevê uma série de dificuldades para implementar o novo sistema no país. Aprovada pelo Congresso na minirreforma eleitoral, a impressão foi vetada pela presidente Dilma Rousseff em setembro. O veto, porém, foi derrubado na última quarta (18) e o novo sistema será usado nas eleições de 2018.

Num documento obtido pelo G1, a área técnica da Corte detalha os gastos de R$ 1,8 bilhão previstos para a compra, manutenção e transporte das impressoras, entre outros gastos.

Seria necessário, por exemplo, comprar 833.036 impressoras (uma para cada urna) de um modelo cujo tamanho é semelhante ao que é usado para emitir notas fiscais. A quantidade inclui também a aquisição de mais urnas eletrônicas – atualmente existem 451 mil –, já que, segundo tribunal, seria necessário abrir mais locais de votação para compensar o tempo maior previsto para cada voto e assim evitar atrasos.

Apesar dos gastos extras, especialistas ouvidos peloG1 veem avanço no novo modelo, pela possibilidade de fazer uma conferência do resultado eletrônico a partir de uma pequena amostra do registro físico. Eles consideram o atual sistema eletrônico “inauditável” e alegam que obstáculos na implantação podem ser superados, principalmente pela melhora nos procedimentos para organizar as eleições.

Secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino discorda: considera o voto impresso “ineficiente”, “ineficaz para auditoria” e “prejudicial para o processo”. Ele argumenta que hoje o tribunal já submete as urnas e o software usado nelas para consultas e testes pelos partidos, e que o voto impresso traria de volta a “intervenção humana” na apuração.

“Onde há intervenção humana, há lentidão, prática de erros e possibilidade de fraudes. A impressão traz, em síntese, a volta das mesas apuradoras”, diz o secretário, que também alerta para a possível demora na divulgação dos resultados.

“Certamente não teremos mais o resultado no mesmo dia, vamos ter esse resultado em talvez um ou dias depois, considerando essa interferência manual no processo”, afirma.

Edgley Freitas nega saída do governo Sebastião Dias

Texto-edgleyApós a veiculação da informação de que o Secretário de Cultura, Turismo e Esportes e interino de Obras e Urbanismo, Edgley Freitas (PRB) deixaria o governo do prefeito Sebastião Dias (PTB), no dia 1° de dezembro, Freitas negou na noite deste sábado (21).

De acordo com postagem do Secretário, em um grupo de whatssap, “muitas matérias sem fundamento”, afirmou.

Argentinos vão às urnas para 2º turno inédito

Eleicao-Argentina UOL Notícias

stão abertas as urnas para o inédito segundo turno das eleições presidenciais na Argentina, que opõem o governista Daniel Scioli, da Frente para a Vitória, ao oposicionista Mauricio Macri, da aliança conservadora Mudemos. O primeiro é o atual governador da província de Buenos Aires, enquanto o segundo é o prefeito da cidade homônima. Ao todo, pouco mais de 32 milhões de cidadãos estão habilitados a votar, em uma jornada que se encerra às 19h (horário de Brasília). Os primeiros números oficiais devem sair cerca de 1h30 mais tarde, e a tendência definitiva deve surgir a partir das 23h.

No primeiro turno, em 25 de outubro, Scioli obteve 37,08% dos votos, contra 34,15% de Macri, mas as últimas pesquisas colocam o prefeito de Buenos Aires como favorito. No entanto, as sondagens também dizem que há cerca de 10% de indecisos.

Essa é a primeira vez que a Argentina realiza um segundo turno em eleições presidenciais. Em 2003, também deveria ter ocorrido, mas o ex-mandatário Carlos Menem desistiu de competir com Néstor Kirchner, que acabou eleito.

“Tenho muita confiança, o povo argentino amadureceu”, declarou Scioli, que conversou com a imprensa antes de depositar sua cédula na urna. Durante a semana, um dos argentinos mais ilustres da atualidade, papa Francisco, havia pedido para seus conterrâneos votarem “com consciência”.

Nos últimos meses, o Pontífice tentou se manter afastado das discussões eleitorais, evitando falar com políticos e buscando impedir que sua imagem fosse usada em campanhas. (ANSA)

Santa Cruz supera nervosismo, bate o Mogi e leva o povão de volta à elite do Brasileiro

santa-acessoDiário de Pernambuco

Comemore, torcedor do Santa Cruz. Vá às ruas. Grite, chore, cante. O Tricolor está de volta à Série A. Está de volta ao lugar de onde nunca deveria ter saído. E como foi difícil este retorno. Depois de nove agonizantes anos encarcerado nas divisões de acesso, a pena, enfim, foi cumprida. Foi escrita neste sábado , 21 de novembro de 2015, a história da maior reviravolta do futebol brasileiro. Em Itu, a vitória por 3 a 0 sobre o Mogi Mirim credencia o clube a disputar a Primeira Divisão em 2016. Para ficar nela, quem sabe, por muito e muito tempo.

Itu é conhecida por ter as coisas em tamanhos desproporcionais. Só que gigante mesmo foi a torcida Santa Cruz que tomou a cidade. Ela foi a síntese mais fiel da resistência do clube nos longos e lancinantes anos longe da elite. Na decisão no Novelli Júnior, não poderia ter sido diferente. Vinda dos mais variados lugares de Pernambuco, dos mais variados lugares do país, transformou o estádio no interior paulista em um pedacinho do Arruda.

Foram mais de mil representantes do sentimento de uma nação que ansiava pelo acesso. Levaram sustos. O primeiro tempo empatado sem gols e com uma atuação frustrante da equipe aumentou a tortura. O sofrimento acabou no começo do segundo, com um gol de pênalti de Daniel Costa e outro de Bruno Moraes logo na sequência. Bileu completou a alegria. A partir de então foi só aguardar o apito final. Quando o jogo terminou, veio a redenção.

Antes mesmo do término da partida, muitos torcedores já se ajoelhavam, como se quisessem repetir uma penitência agora já cumprida pelo clube. Outros rezaram, se abraçaram. Outros não contiveram as lágrimas. Lágrimas de alegria. Alegria misturada com alívio. Lágrimas de paixão irremediável pelo Santa Cruz. Todos saudaram os seus jogadores, o time de guerreiros que nunca desistiu. Libertaram-se de uma cárcere que, no seu começo, parecia interminável.

PMDB mostra preocupação com Cunha

eduardo_cunhaO Globo

Integrantes da cúpula do PMDB ligados ao vice-presidente Michel Temer avaliam que o ousado movimento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para inviabilizar a sessão do Conselho de Ética na quinta-feira, deixou o aliado em situação ainda mais vulnerável e já demonstram preocupação com a disputa que pode tirar o partido do comando da Casa. O agravamento da situação de Cunha e o esvaziamento de apoios em todos os partidos, inclusive no próprio PMDB, colocou os caciques peemedebistas em estado de alerta com a possibilidade de o partido perder a presidência da Casa. Os peemedebistas destacam que o comando da Câmara é crucial para o projeto político do PMDB de aumentar a hegemonia nas eleições municipais de 2016 e, principalmente, para uma candidatura presidencial em 2018.

Há um temor de que, com o enfraquecimento cada vez maior de Cunha diante de seus pares, a sucessão pela presidência da Câmara adquira uma dinâmica incontrolável que não termine com o que consideram um movimento natural, que seria a manutenção do cargo com o PMDB, por ser o maior partido na Casa. A avaliação entre essas lideranças é de que será pequena a influência que Cunha terá para fazer seu sucessor e que pode ser necessária uma intervenção por parte do comando do PMDB na disputa. Os dirigentes do partido querem evitar que o governo seja o responsável pela nomeação do próximo presidente da Casa.

— O fundamental para o PMDB é a presidência da Câmara ficar com o partido e isso deve ser resolvido pela direção do partido, junto com a bancada, pela importância que isso vai ter nas eleições municipais e em 2018. É uma situação delicada, porque sabemos que é muito difícil qualquer negociação com Eduardo Cunha por causa da postura convicta dele — afirma um peemedebista histórico.

As manobras de Eduardo Cunha para tentar impedir a abertura de processo contra ele no Conselho de Ética da Casa, causaram desconforto na cúpula do PMDB. A operação foi considerada “muito truculenta” pela direção partidária. Não é tradição do PMDB, no entanto, tomar a iniciativa de punir seus integrantes, ainda que haja um sentimento de que o partido começa a ser prejudicado pela exposição negativa.

— A situação dele piorou muito depois da coletiva em que foi tentar convencer a versão dele sobre as contas da Suíça. Daí em diante, houve uma piora crescente que culminou com essa manobra desastrosa de quinta. Mas, o partido não deve tomar iniciativa diante do quadro. As coisas estão caminhando na Câmara e o que é imputado a ele cabe a ele mesmo resolver. Mas seria ingênuo dizer que não prejudica o partido –— diz um dirigente do partido.

A direção do PT continua tentando ganhar tempo, temendo que um confronto com Cunha prejudique o governo. A preocupação é que o presidente da Câmara revide com a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e que a crise política inviabilize a votação de medidas do ajuste fiscal.

Mas, no momento em que o deputado Fausto Pinato (PRB-SP), relator do processo contra Cunha, conseguir ler seu parecer pela continuidade das investigações, o PT deve votar a favor. Deputados do PT reclamam que a decisão de não dar quórum para a sessão do Conselho de Ética não foi discutida com a bancada. Segundo petistas, a articulação ficou restrita à direção do partido; ao líder da bancada, deputado Sibá Machado (PT); e aos integrantes do colegiado.

A insatisfação na bancada petista deve-se ao fato de o desgaste pelo apoio à manobra protelatória de Cunha ser dividido entre todos. A revolta maior é dos deputados que integram a Mensagem, segunda maior corrente interna petista e oposição ao comando partidário. Metade da bancada do PT assinou a representação contra Cunha feita pelo PSOL no Conselho de Ética.

— A bancada está no limite — disse um deputado do PT.

Os insatisfeitos cobram do líder Sibá Machado uma reunião, na próxima terça-feira, para discutir o assunto, e tentam conseguir uma posição partidária, com o respaldo do presidente do PT, Rui Falcão. Depois de desembarcar da aliança que mantinha com Cunha, o PSDB tenta agora jogar o desgaste pela sustentação do peemedebista no colo do PT. É isso que uma parcela da bancada petista tenta evitar.

O apoio a Cunha está minguando mesmo entre seus principais aliados. Deputados do entorno de de Eduardo Cunha se reuniram na liderança do PTB e fizeram uma avaliação de que “erros” foram cometidos no episódio e que houve “exagero’ na operação, já que a expectativa era que não haveria votação do relatório na quinta-feira. Aliados do presidente da Câmara revelaram incômodo com a situação e analisaram que acabaram ficando em uma “saia-justa” ao respaldarem Cunha.

As manobras desta quinta-feira reforçaram o sentimento de um grupo restrito de pessoas próximas a Cunha que defendem que ele deve construir uma “saída honrosa” para salvar seu mandato com a renúncia à presidência da Câmara. Está prevista para esta semana uma abordagem nesse sentido ao peemedebista.

Últimos dias de Edgley Freitas no Governo Sebastião Dias

edgley_anchietaO chamado Super Secretário Edgley Freitas, responsável pelas pastas de Cultura e Obras do Governo Sebastião Dias está de saída.

Sem fazer segredo pra ninguém, o Presidente do PRTB já marcou até a data para deixar a administração: 1º de dezembro.

Mesmo com dedicação integral à máquina administrativa, parece que Edgley cansou do esvaziamento provocado pelo governo, especialmente na Secretaria de Obras.

Freitas vai cuidar de sua empresa sem descuidar de uma possível candidatura à prefeitura tabirense. A informação é de Anchieta Santos ao blog.