O Congresso Nacional entrou em recesso nesta sexta-feira (18) sem ter votado, como determina a Constitucional, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), cujo relator é o deputado pernambucano Ricardo Teobaldo (PTB).
A presidente da Comissão Mista de Orçamento, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), acredita que Teobaldo fez um relatório para não ser votado, pois inseriu no seu parecer um superávit primário de 2% do PIB em 2016 (meta inatingível) e o pagamento obrigatório de todas as emendas de bancada (no valor de R$ 100 milhões cada).
Hoje, o governo trabalha com a meta de 1,1% do Produto Interno Bruto (PIB). O senador Romero Jucá (PMDB-RR) defendeu que essa economia fosse reduzida para 0,4%., ao passo que a equipe econômica do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, aceitava uma diminuição para até 0,7%.