Ivani, Irani, Iêda, Socorro, Ana Dulce, Afonso e Francisco
O tempo corre veloz! E, assim já se vão trinta dias que Jacy fez a sua viagem, rumo aos céus.
A dor, o sofrimento, a tristeza são alguns companheiros que ficaram presentes após a perda repentina e silenciosa de uma pessoa tão querida e amada não só para vocês filhos, como para os netos, bisnetos, genros, noras, familiares e uma legião de amigos.
Mas o tempo cura a dor, a saudade vai chegando devagarzinho e a lembrança permanecerá.
Jacy- Comadre Jacy- partiu, sem despedidas nem adeus.
O consolo ou aceitação está em acreditar-se que um dia haverá o reencontro. E, certamente ela nos dirá o PORQUÊ de ter partido em silêncio.
Penso, que o seu CORAÇÃO também não suportaria uma despedida. Será? Ah! Quanto mistério nos esconde a morte…
Queridos primos, vocês viverão da lembrança, dos traços marcantes dessa mãe que representou pra vocês: bondade, ternura, firmeza e disciplina.
Jacy tinha ao seu redor “uma aura de respeito e encantamento” de toda a sociedade tabirense.
Um grande abraço fraternal, aqui de Recife.
Tereza Joacy