Poetas Tabirenses

Muitas vezes seu canto é ao relento,
Com o amigo perfeito, o violão,
O parceiro das horas de ilusão,
Campaneiro fiel do seu tormento.
Quando o mesmo retorna sonolento,
Que se deita na cama mal forrada,
Cada gota de pranto derramada
Deixa manchas de dor no travesseiro.
No silêncio da noite o seresteiro
Canta a última canção da madrugada.

Dimas Feitosa

Deixe uma resposta