OAB, que decide presidente hoje, precisa pensar no exemplo que dá com a eleição que acontece hoje em Pernambuco

Quando as coisas se acirrarem nacionalmente e as polarizações se acentuarem de forma radical, a OAB terá voz. Terá também bom exemplo? É bom que tenha.

Na imagem da esquerda, Fernando Ribeiro Lins e Ingrid Zanella (Advocacia mais Unida; na
imagem da direita, Almir Reis e Fernanda Resende (Renova OAB)

A eleição da OAB-PE, que acontece nesta terça-feira (16), é uma das mais acirradas da História da Ordem em Pernambuco. Candidatos citam pesquisas com diferenças percentuais mínimas e vimos muitos ataques, inclusive pessoais, entre os adversários. Apoiadores de Fernando Lins e Almir Reis protagonizaram, no últimos dias, alguns episódios lamentáveis em busca de voto para comandar a entidade pelos próximos dois anos.

A OAB-PE tem um orçamento milionário e é parte muito importante não apenas na vida dos advogados, mas como protagonista, ativa, da sociedade para questões públicas.
Com o radicalismo dos últimos dias, é de fazer pensar no que propuseram a uma sociedade para a qual a Ordem é essencial.
A preocupação se volta para 2022, quando teremos uma verdadeira batalha, no Brasil inteiro, pela presidência da República.

Quando as coisas se acirrarem nacionalmente e as polarizações se acentuarem de forma radical, a OAB terá voz. Terá também bom exemplo? É bom que tenha.

Fonte: JC

Deixe uma resposta