Mulheres produzem cerca de 26 mil mudas de árvores nativas da Caatinga no Sertão do Pajeú

mulher_muda_arvoresPara pintar de verde o cenário do Sertão do Pajeú, viveiros comandados por agricultoras da Região produzem cerca de 26 mil mudas de essências nativas da Caatinga. O intuito é recuperar áreas degradadas do bioma em Pernambuco. Esta é uma ação que está sendo acompanhada pela ONG Casa da Mulher do Nordeste, através do Projeto Mulheres na Caatinga, com o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

As espécies estão sendo propagadas nos viveiros dos municípios de Afogados da Ingazeira, São José do Egito, Tabira, Mirandiba, Santa Cruz da Baixa Verde. Ainda entram no circuito 11 municípios da região para promoverem o reflorestamento de áreas degradadas. Já foram produzidas e distribuídas no ano de 2014, cerca de 19 mil mudas de espécies florestais nativas, para 210 mulheres participantes do Projeto.A técnica do Projeto Mulheres na Caatinga, Fabiana Oliveira, explica que “É de grande importância ver que está sendo feito o resgaste de plantas nativas, essas que na maioria já estão entrando em extinção.

A maior contribuição está sendo dada pelas mulheres e ver as comunidades engajadas na produção de mudas e no reflorestamento de áreas degradadas, é saber que aos poucos temos conseguido despertar a conscientização para a preservação do nosso bioma.”Nos viveiros foram multiplicadas cerca de 10 espécies florestais nativas, que são elas: Baraúna, Angico, Umburana de Cheiro, Pereiro, Tamboril, Pajeú, Mulungú, Ingazeira, Aroeira, Angico, além de uma espécie frutífera nativa, o Umbuzeiro.

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