Dinca baixa o tom e admite seguir no PSB

COMÍCIO ESPÍRITO SANTONada como um dia atrás do outro e uma noite no meio para as coisas mudarem também na política. Ao escutar a notícia no Cidade Alerta da Rádio Cidade FM com Anchieta Santos de que o Palácio só definirá o candidato ouvindo os aliados que votaram em Paulo Câmara (PSB) em 2016, o ex-prefeito Dinca Brandino (PSB), ligou para a produção do programa e logo afirmou. “O eleitorado pertence a Tabira e não ao governo e para fazer a escolha não preciso de autorização do palácio”. Outra afirmação foi. “Hoje 90% dos integrantes do PSB são meus adversários e eu só fico no partido se tiver o comando. Não sou obrigado a ficar no PSB”, completou.

paulo_camara-2Nesta terça-feira (14) falando ao vivo ao mesmo programa, Dinca baixou o tom. Questionado sobre as afirmações não repetiu mais nenhuma delas. Primeiro disse não acreditar que o Governador Paulo Câmara tenha interesse em se envolver no processo de escolha do candidato. Depois declarou que seguirá onde sempre esteve, no PSB. Até lembrou que o Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota lhe prometeu o comando da legenda e alfinetou Adelmo Moura, assessor do Governador, dizendo que ele está equivocado e que o prazo de renovação do diretório vai até setembro.

Indagado sobre quem vai governar se ele ou a esposa Nicinha sendo eleita prefeita, Dinca respondeu: Ela. “Só que vou estar ao lado dela”, adiantou Brandino. Questionado sobre plano de governo, Dinca disse que em 2013 ele e Dona Nicinha construíram uma proposta para administrar Tabira que será utilizada com ela vencendo a eleição. Afirmou também contar com os apoios dos vereadores Gil da Borborema, Aldo Santana e Djalma das Almofadas.

A respeito do seu ex-vice-prefeito, Joel Mariano (PSB), não concordar com a candidatura de Nicinha e também querer ser candidato, reconheceu que ele tem o direito, pois vivemos numa democracia. Sobre os R$ 2 milhões que o prefeito Sebastião Dias (PTB) declarou ter pago, o ex-prefeito definiu como uma grande mentira e desafiou o gestor a apresentar os extratos bancários comprovando a afirmação.

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