{"id":49006,"date":"2015-08-05T18:00:25","date_gmt":"2015-08-05T21:00:25","guid":{"rendered":"http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/?p=49006"},"modified":"2015-08-05T16:50:50","modified_gmt":"2015-08-05T19:50:50","slug":"grupo-de-collor-e-suspeito-de-receber-r-26-mi-em-propina","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/?p=49006","title":{"rendered":"Grupo de Collor \u00e9 suspeito de receber R$ 26 mi em propina"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/Collor-.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-49007\" src=\"http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/Collor-.jpg\" alt=\"Collor-\" width=\"588\" height=\"400\" srcset=\"http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/Collor-.jpg 588w, http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/Collor--300x204.jpg 300w, http:\/\/www.tabirahoje.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/Collor--441x300.jpg 441w\" sizes=\"(max-width: 588px) 100vw, 588px\" \/><\/a>Folhapress \u2013 Investigadores da Lava Jato apontam que um grupo ligado ao ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) recebeu cerca de R$ 26 milh\u00f5es em suposta propina do esquema de corrup\u00e7\u00e3o da Petrobras entre 2010 e 2014.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O esquema vinculado ao congressista, segundo as investiga\u00e7\u00f5es, envolvia assessores do Senado, colaboradores, empresas em atividade e outras suspeitas de serem de fachada.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As fontes dos repasses, segundo a Lava Jato, eram contratos de troca de bandeira de postos de combust\u00edvel celebrado entre a Petrobras Distribuidora e a DVBR Derivados do Brasil.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os representantes de Collor seguiam uma \u201ccartilha\u201d para tentar dificultar a identifica\u00e7\u00e3o do esquema, com v\u00e1rias transa\u00e7\u00f5es financeiras para n\u00e3o chamar aten\u00e7\u00e3o dos \u00f3rg\u00e3os de controle, como dep\u00f3sitos fracionados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um relat\u00f3rio do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) identificou opera\u00e7\u00f5es suspeitas nas contas pessoais do senador de R$ 798 mil, entre 2011 e 2013 \u2013 dep\u00f3sitos que teriam sido feitos pelo doleiro Alberto Youssef, delator do esquema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para os investigadores da Lava Jato, os tr\u00eas carros de luxo apreendidos do senador no m\u00eas passado -uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini- foram comprados com opera\u00e7\u00e3o de lavagem.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Collor pediu ao STF para reav\u00ea-los. A reportagem apurou que a Procuradoria solicitou ao Supremo que mantenha os ve\u00edculos apreendidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Eles justificam que os carros podem ser produto de crime. Al\u00e9m disso, os autom\u00f3veis est\u00e3o em nome de empresas, portanto, ele n\u00e3o teria a legitimidade direta para requerer a devolu\u00e7\u00e3o. Uma das empresas, a \u00c1gua Branca, tem Collor como s\u00f3cio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As investiga\u00e7\u00f5es revelam que o Lamborghini, que custou R$ 3,2 milh\u00f5es \u2013 sendo que R$ 1,2 milh\u00e3o foi paga em dinheiro vivo \u2013 encontra-se com parcelas em atraso.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Outro lado &#8211;\u00a0A assessoria de Collor tem afirmado que a \u00c1gua Branca \u00e9 uma empresa regularmente constitu\u00edda e declarada \u00e0 Receita Federal junto com os seus bens. O senador nega qualquer v\u00ednculo com irregularidades ligadas \u00e1 corrup\u00e7\u00e3o na Petrobras e acusa o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal de persegui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Folhapress \u2013 Investigadores da Lava Jato apontam que um grupo ligado ao ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) recebeu cerca de R$ 26 milh\u00f5es em suposta propina do esquema de corrup\u00e7\u00e3o da Petrobras entre 2010 e 2014. 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